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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Opinião | A minha escolha é...

Foi-me proposto escolher o álbum que no meu entender fosse o “melhor” de 2007, e foi com muito gosto que aceitei faze-lo, achando eu que seria uma tarefa relativamente fácil.

Mas na verdade não! Entre discos e discos de grande qualidade, saídos neste presente ano, decidi escolher um que para mim está genial: Diary of a No dos Urban Tales.

Um álbum com uma grande sonoridade, composto por músicas bastante envolventes desde a 1ª á 10ª sem “perder o fim a meada”, com um estilo forte e bem marcado, que nos faz ouvir, sentir e pensar!

São estas as qualidades que entre muitas sublinho, e que me fazem crer que este é sem dúvida o álbum de 2007!

Urban Tales
Diary of a No
Album
Burning Star Records
Outubro de 2007

Texto: Andreia Costa
email: andreia_costa08@hotmail.com

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Opinião | A Diversidade Musical

Recentemente li algures, sobre a diversidade musical, e achei um bom tema para desenvolver.

Existem inúmeros estilos musicais, inúmeras formas de os interpretarmos e inúmeras formas de os sentirmos, mas será que há alguém com a capacidade de os apreciar em todo o seu esplendor?

A maioria das pessoas tem um ou dois estilos de “ eleição “ é indiscutível, a seguir seguem-se aquelas que só ouvem “aquele”estilo, e que se recusam determinantemente a ouvir qualquer outro! Depois há aquela pequena percentagem com aquela curiosidade ou sensibilidade (mais esta a meu ver…) que ouve de tudo um pouco, é certo que também “ simpatizam” mais com um estilo do que outro, mas não deixam de ouvir/apreciar todas as outras musicas, letras, ritmos etc.

Além de enriquecer a nossa cultura musical, a diversidade musical leva-nos a descobrir novos pontos de vista, outras origens, e acima de tudo grandes artistas!

Por isso façam um esforço para apreciarem as coisas com qualidade, porque acima de tudo a Musica é um Estado de Espírito!

Sem mais despeço-me com Votos de um Feliz Natal!

Texto: Andreia Costa
email: andreia_costa08@hotmail.com

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Opinião | Vinil Vs CD

Para hoje, escolhi um tema, que geralmente passa despercebido mas que é imprescindível, o Formato! Ele já foi vinil, agora é CD e com o Mp3 á vista, enfim muitos nomes, muitas coisas giras mas qual deles é o melhor? Eis a questão.

Não há igual como o primeiro já dizia o ditado, e neste caso é bem verdade, o vinil bate em grande escala todos os outros, em qualidade refira-se.

É indiscutível a superioridade do som de um vinil, já que é analógico, mas mesmo assim, muita informação original é perdida, por causa do material usado: o vinil. O som é quase infinito na sua amplitude. A informação digitalizada em 0's e 1's não pode conter toda essa informação porque se o fizesse cada CD levaria meia dúzia de minutos de música. Assim sendo, o que é feita é uma Amostragem digital, isto é, seleccionam uma amplitude determinada (no caso do CD, 44 ou 48 kHz) e é só isso que vai para o CD. Todo o resto é cortado.

Quando se ouve um bom vinil ouve-se tudo o que a banda gravou. Tudo o que eles queriam que nós ouvíssemos. Um mau vinil terá praticamente tudo também, simplesmente não com a clareza e o brilho original. Eis o som analógico.

“Os seres humanos, até que se prove o contrário, são analógicos, não são 'digitais', e por isso reagem melhor ao som analógico. Se ouvir o mesmo álbum, nas mesmas condições e com material de igual qualidade, muito provavelmente preferirá ouvir em vinil. Testes 'cegos' (isto é, sem que os testados soubessem qual era o CD e qual o vinil) tiveram os resultados que se esperaria - a grande maioria das pessoas prefere o vinil. O som em vinil é quase sempre descrito como mais 'quente' e mais 'profundo'. O som digital, quando comparado com o analógico, é descrito usualmente como mais 'frio' e 'linear”

Infelizmente, como todo meio de armazenamento analógico, o vinil sofre deteriorações com o tempo, além de sempre termos que limpar o vinil antes de tocar para não desgastar a agulha e não ter os “soluços” no som, devido muitas vezes á sujidade no disco. Tínhamos também que trocar as agulhas de tempos em tempos, porque elas gastavam -se. Além disso, o vinil necessitava de um espaço enorme para serem guardados porque eram grandes e pesados.

Assim o CD revolucionou a indústria fonográfica por seu tamanho e capacidade. Quem é que imaginava que poderíamos ter 74 minutos de música em apenas um lado de um disco. Isso trazia muitas possibilidades, como músicas maiores do que 23 minutos, que era o limite tamanho do disco de vinil. Tudo isso, sem contar que o meio digital ótico de armazenamento é bem mais duradouro, já o MP3 é um formato de áudio compactado com perdas, tendo menos qualidade do que um CD, e, consequentemente, muito menos qualidade do que um vinil.

Posto isto só me resta dizer que por vezes mais vale Pouca Quantidade mas Muita Qualidade!

Texto: Andreia Costa

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Opinião | A Era Do Myspace

Raras são as pessoas que na realidade não sabem o que é o myspace, mas a grande maioria delas, além de saber o que é também tem um, porque segundo dados que remetem a 22 de Setembro de 2007 existiam mais de 202 milhões de perfis no MySpace, sendo cerca de 300.000 de músicos/bandas.
Isto leva-nos a crer que cada vez mais o mundo On-Line é indispensável, em especial a nível musical!
Há cada vez mais músicos/bandas a aderirem a este serviço, porque além de ser gratuito, pode alojar mp3, fotos, blogues, perfis e por ai fora, sendo então uma mais-valia em termos da divulgação dos mesmos, que muitas vezes fazem da sua página de Myspace o seu Site Oficial.
Como vêm há uma data de ferramentas hoje em dia, que proporcionam ao músico/banda um melhor trabalho, sendo este possível ser visto em todo o mundo, o que é um grande, grande passo para quem está a começar nestas andanças!

Texto de Andreia Costa

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Opinião | Portugal Além Fronteiras II

Muito se tem discutido em torno de uma questão que a meu ver é de certa forma importante, que é o facto de a grande parte dos nossos cantores optarem pela língua inglesa para se exprimirem!
Sim, já sabemos que é a língua universal, também sabemos que termos de vendas a diferença é bastante grande, mas há que contrariar alguns destes aspectos.
É certo que todo o artista tem ambições, grandes ambições em relação a todo o seu percurso, e é bom que o tenha, quanto mais não seja para aumentar a “ fasquia” do seu trabalho, e essa ambição passa por ser reconhecido além fronteiras, principalmente!
Então o que acontece, utiliza a língua inglesa, assim consegue atingir um maior número de pessoas em vários pontos do globo, em termos de sonoridade a originalidade é em alguns casos fraca e com isto vendemos o chamado produto luso!
Mas, se nós somos tão Portugueses quando joga a selecção, porque é que não o somos quando produzimos uma música?
Se no texto anterior disse que Portugal esta a crescer em relação á divulgação além fronteiras, neste justifico, porque é difícil isso acontecer, não atendendo para o facto da língua única e exclusivamente, mas sim como um dos factores, é claro.
Muita discussão há e ainda vai haver á volta desta questão, tendo em conta que os pontos, positivo e negativos, se encontrem de certa forma em pé de igualdade, e temos sempre que ter em conta, e não vale a pena negar nem esconder, que o lucro é sempre o mais importante.

Texto por: Andreia Costa

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Opinião | Portugal Além Fronteiras...

É verdade, quem ultimamente tem estado, minimamente atento ás ultimas do mundo musical, tem percebido que muitos dos nossos produtos musicais, têm estado a vingar lá fora!
Isto faz-nos pensar que na verdade temos bastante valor (e não só em termos musicais!) e que o nome de Portugal está a chegar além Fronteiras de uma forma crescente e positiva (valha-nos isso).
Pois bem, é certo que ainda há muito que fazer e divulgar, mas acho que estamos no bom caminho e é nesse que temos de acreditar, porque fazendo uma retrospectiva, há poucos anos atrás, no panorama musical, Portugal era muito pouco falado e agora contrariamente a essa estimativa, estamos num crescendo e com boas perspectivas!

Texto por: Andreia Costa
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