E enquanto se espera pelos novos trabalhos, quer dos Blind Charge, quer dos Conceito:Pele, amanhã há opurtunidade de os ver ao vivo, na Sala d´Ensaios Caffé, em Cervães, Vila Verde. Será uma grande noite de rock, certamente, e a não perder de maneira nenhuma!
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Ao Vivo | Sequela + Destil''Art + Tree Valley + Conceito:Pele | 10.11.2007
Realizou-se no passado dia 10 de Novembro o Teixoso Garagem Rock Vol. IV e faziam parte do cartaz os Sequela, Destil''art, Tree Valley e Conceito:Pele.
Os Sequela foram os primeiros a aquecer o público e a oferecer uma boa hora de rock em português. Tinha-os visto à pouco tempo, por alturas da Recepção ao Caloiro da UBI, no entanto, o concerto foi bastante diferente e cativou-me mais, também devido à sala ser mais pequena e estarmos mais junto ao palco, mais perto da banda, o que favorece o som dos Sequela. Foi mais um bom concerto dos Sequela!
Seguiram-se os Destil''art, para mim a maior surpresa da noite! Que grande concerto deu a banda da covilhã. O público aderiu e o calor humano fez-se sentir no recinto da Juventude Teixosense. Os Destil''art apresentam um rock cantado em português, mas no fundo são bem mais do que isso. Uma banda rock com uma presença em palco irrepreensivel, músicas que transmitem mensagens, uma musicalidade impressionante e uma grande qualidade como colectivo. Ficou sem dúvida a vontade de os rever num futuro bem próximo. O destaque vai para os temas “Casos Banais” e “No Meu, No Teu Tempo”, embora todos os temas sejam de uma coesão e maturidade impressionantes.
Em seguida subiram ao palco os Tree Valley. Com uma sonoridade e presença em palco a relembrar o espirito grunge, facilmente cativaram toda a minha atenção. Foi um excelente concerto onde a banda, sempre divertida e sempre pronta a divertir o público, facilmente manteve os aplausos que as suas antecedentes já tinham arrancado. O auge do concerto aconteceu nas duas covers que a banda realizou e que meteram todo o publico a cantar, foram elas “Yellow Ledbetter” dos Pearl Jam e “Keep On Rockin In The Free World” de Neil Young.
Para acabar a noite em grande, vieram do Porto os Conceito: Pele. A curiosidade em vê-los era grande mas por mais expectativas que tivesse criado nenhuma chegaria ao que na realidade aconteceu. Houve bem mais que simples músicas. Houve um sentimento enorme na sua interpretação, houve dor, houve todo um conjunto de factores que certamente arrepiaram quem os ouviu e viu. Os conceito:Pele trouxeram consigo o vocalista dos Chemical Wire e o guitarrista dos Homem Mau que os auxiliaram em dois temas. O meu destaque vai para os temas “Lugar em mim”, “Fantasma” - este último com a colaboração do guitarrista dos Homem Mau - e “Forma de um mal” - onde colaborou a voz dos Chemical Wire.Deixo agora algumas palavras de Orlando – guitarrista dos Conceito:Pele - que explicou desta forma o tema “Fantasma”, bem como a participação do guitarrista dos Homem Mau:
"Ele [guitarrista dos Homem Mau] entrou na música chamada "Fantasma". Essa música é uma música que serve também um propósito e chama-se assim porque é diferente em todo o lado em que tocamos. Temos uma base, mas a partir da mesma criamos on stage sempre músicas diferentes, porque cada sítio e cada local tem os seus próprios fantasmas. Sendo assim, é uma absorção do que o público nos dá e daquilo que sentimos no momento."
Foi uma excelente noite nesta localidade da Covilhã que teve pela quarta vez esta excelente iniciativa. De louvar! Fica o aplauso à Associação Cultural e Desportiva Jovem Teixo!
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Vitor Costa
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
A Agenda do Marsupilami | HOJE | Conceito:Pele
sábado, 15 de setembro de 2007
Videoclip do Marsupilami | "Estatuas de Carne" | Conceito:Pele
Não estive lá, mas por aquilo que por aí se fala, os Conceito:Pele deram um grande concerto no Palco dos Novos Talentos, da edição deste ano da Festa do Avante... Aqui deixo um vídeo que mostra um pouco daquilo que por lá se passou... Uma música nova, uma grande canção! Durante os próximos dias, eles prometem divulgar ainda mais sobre o que se passou por lá... Ficamos à espera, e enquanto isso vamos vendo e ouvindo "Estátuas de Carne"!
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Na Grafonola do Marsupilami com os Conceito:Pele
São ainda uma banda jovem, mas já têm um caminho bem traçado. Já sabem aquilo que querem, e procuram nos concertos que dão, a perfeição. Acima de tudo, têm uma personalidade bem definida. O Marsupilami propôs-lhes uma conversa, eles aceitaram, e as palavras foram surgindo umas atrás das outras, com uma grande simplicidade e sinceridade. Tinham mesmo acabado de ensaiar, e estávamos em vésperas de concerto. A conversa com o Toni (bateria), o Orlando (guitarra) e o Luís (voz) dos Conceito:Pele, segue já de seguida…
Marsupilami (M) - Antes de mais, obrigado aos Conceito:Pele, por aceitarem responder a algumas perguntas que vos queria fazer. Obrigado.
Luís (L) - Obrigado nós.
Toni (T) – Olha, acabámos mesmo à bocado de ensaiar!
M – E já agora, como correu o ensaio?
L – Muito bem!
M – E tudo pronto para amanhã (dia 13 de Julho)?
L – Muitíssimo! Vamos apresentar uma nova perspectiva sobre o nosso trabalho. Vai ser muito importante a resposta das pessoas que conhecem o nosso trabalho. Acho que estamos todos a arder em vontade de tocar.
Orlando (O) – Arder é uma boa palavra… Com este calor. (risos)
M – Deram mais algum concerto depois do da Fábrica de Som?L – Não.
O – Não, foi o último. Era o último que tínhamos marcado antes de o Joel sair da banda (antigo baixista).
L - … de forma que temos ensaiado com a nova baixista.
M – Quando e como é que tudo começou?
L – Era um dia chuvoso, e o Orlando andava a deambular na rua. Gritava, chorava, e eu cheguei ao pé dele e dei-lhe a mão… ok, era demasiado sugestivo, desculpem. (risos)
O – Ora bem, eu o Toni tínhamos outras bandas. Eu estava nos Reckless á experiência, o Toni tinha de um grupo grunge “á lá Nirvana”, tocava 30 músicas por ensaio à loucura, e decidimos que estava na altura de fazer algo nosso. Então há dois anos começamos a formação da banda com uma musiquinha que era o lugar em mim. Entretanto, entrou o Manuel Alves para a voz e o Joel Meireles para o baixo. Por virtude do tempo e outras situações, eles acabaram por sair, e a formação ideal encontramos agora com a entrada da Rita para o baixo. Com o Luís, tocamos desde Janeiro.
L – Obrigado pelo amor que me guardas.
O – (risos) Sem dúvida que a entrada do Luís permitiu uma primeira mudança na banda, mesmo em estilo musical. Gravamos a nossa primeira maquete em Fevereiro.
M – No fundo os Conceito:Pele não existem assim há tanto tempo…
O – Sim. Somos ainda uma banda jovem quando comparada no panorama.
M – Como tem sido a reacção das pessoas ao vosso trabalho?
O – Fabulosa na minha opinião. Pelo menos não esperava tanto alvoroço.
T – Não sei se estou a responder á pergunta, mas tivemos muitos concertos este ano, e foi essencialmente graças à gravação.
O – Exacto! E os concertos seguintes foram consequência de nos verem ao vivo. Nós tínhamos acabado de gravar e toma-mos a decisão de mandar para todos os concursos. Precisávamos de rodagem, de calejar as mãos. Não fomos com intenção de ganhar nada, apenas de fazer rodar o nome e de ganhar experiência. E entramos em todos que mandamos a partir de Março, excepto o Termómetro.
M – Acham que cantando em português é mais fácil a aceitação por parte das pessoas? Isto falando cá em Portugal…L – Esse é um tema bem espinhoso.
O – Eu acho que é igual.
T – Ihhh, que testamento aí vem…
O – Eu acho que se criou um pouco agora uma “trend” de cantar em português. Claro que funciona para os dois lados, há coisas boas e coisas más, mas acho que a música vale por ela mesma, tanto cantada em português como em inglês. Nós desde o início, decidimos em português até porque o que queríamos expressar passava por existir um entendimento claro. Conceito:Pele tem uma ideia por trás, apesar de já nos terem chamado Pele, Concreto Pele entre outros.
M – Foi então algo definido logo no início. Quando o Luís entrou para a banda, já cantavam em português também?
O - Sim foi algo desde o inicio, e já antes do Luís entrar cantávamos em português. Muito do trabalho dele, e ele pode falar melhor disso, passou por essa adaptação.
L – Era uma onda diferente.
M – Como assim?
L – No meu ponto de vista, de alguém que estava de fora e posteriormente entrou, acho que os Conceito:Pele tinham um registo um pouco marcado pelo pop rock, bastante fechados ainda. Como explicar? Tinham ali qualquer coisa, se calhar esse Conceito:Pele, mas não conseguiam passar isso para fora. Não sei, acho que agora existe outra força. Cada elemento explora-se de forma mais intensa. Existe grande comunicação entre nós, e isso é fulcral. Queremos todos o mesmo objectivo: tirar prazer nos palcos.
O – Eu acho que é simples de explicar. Nunca tivemos espaço como temos agora para evoluir, para o que verdadeiramente queremos. Com outros elementos tínhamos outra música, algo que foi evoluindo claramente. E agora sim, temos algo que podemos chamar de consistente, apoiado exactamente no que o Luís falou. Conseguimos nos expressar melhor.
M – Pensam em gravar mais coisas num futuro próximo?
L – Temos uns planos.
O – Sim, temos um plano, mas ainda não podemos falar disso. Ainda não é a altura certa para revelar, mas podemos dizer que temos um plano ambicioso, e tenho medo, confesso. A ambição mata muitas bandas, mas com os últimos ensaios, a ambição juntou-se a certezas e á confiança.
M – É preciso ambição…
O – Concordo, mas o limiar entre a ambição e a ilusão, é ténue.
L – Oh… a ilusão!
O – Já dizia as palavras do Luís numa música: “A ilusão de um fim”, e eu explico. Rapidamente. É óbvio que fazemos música e queremos continuar a faze-la, e que temos os nossos objectivos. Queremos seguir e mostrar a nossa música, mas quando se quer mais do que se tem num determinado momento corre-se o risco de explodir, e nós temos acima de tudo, desde o início algo que é fundamental: Humildade. Nós temos a noção que só assim, e podemos até não chegar a nenhum lado por causa disso mesmo, é que podemos fazer música e sentirmo-nos bem com o que fazemos. É isso que temos de ter na cabeça. Não me agrada a ideia de entrar á rockstar e exigir mundos e fundos quando não se mostrou nada por isso, embora concorde com a ideia, de exigir o que é devido, quando é devido e porque é correcto.
M – A nível da divulgação, têm sentido dificuldades?
L – Não. Acho que surpreendentemente as coisas têm surgido da forma que não estávamos à espera. Já recebemos contactos de duas rádios para passarem as nossas músicas. O nosso trabalho parece estar a ser valorizado aos poucos. Não temos pressas, e sabe mesmo bem!
O – Temos de pensar que nós não temos o apoio de ninguém, fazemos tudo sozinhos e conseguimos uma divulgação que julgo ser óptima. Confesso que aqui houve algo de importante, o Myspace, que nos permitiu tocar com bandas que têm mais nome, e o apoio de bandas de cá que já têm caminhos bem traçados e que também acharam que tínhamos valor. Sem dúvida, e não posso deixar de referir, os Homem Mau, os Chemical Wire e os Blind Charge que são grandes amigos, e que tocar com eles permitiu-nos atingir também o público de maneira diferente.
M – Vão continuar a usar a net como principal forma de divulgação, e continuar a disponibilizar totalmente o vosso trabalho via net?O – A net é o principal meio para todos. Todos os músicos, hoje em dia pensam na net primeiro. Disponibilizar totalmente o trabalho via net, ora eu não me importava nada. Acho que se alguém gostar mesmo, compra o CD depois e vai ver a banda e paga bilhete para ver a banda. Acho que as pessoas têm de perceber também, que a qualidade de um mp3 não é a de um CD. Ora, se eu adoro Pearl Jam saco os mp3, mas como fã compro o CD, porque quero qualidade máxima no que ouço, e porque gosto da banda, colecciono os Cd’s. E porque não é apenas o CD, é a capa, a informação que traz. Os Tool são o perfeito exemplo disso. Sacarias os mp3, mas vias aquela capa como o último álbum, era quase um crime não comprar o CD. A capa e o artwork não o sacas da net.
L – Sem dúvida. Enquanto as bandas poderem elas mesmo, disponibilizar o trabalho integral pela net, é óptimo. Claro que com o tempo, juntam-se novas variantes que inviabilizam o acto.
O – Acho que tens de ser suficientemente inteligente para pensar que aqui há duas variantes: há quem quer os mp3 para ouvir e há os fãs. Depois, há o público que queres levar aos concertos que no fundo são os dois juntos. Depois tens de fazer algo realmente atractivo para os fãs. A arte livre é um conceito bonito, mas se fosse assim não havia artistas, que nem dinheiro para um tripé teriam. E então em Portugal com os preços da parte técnica, meu deus! Aqui tem de haver uma certa adaptação do sistema e o sistema se calhar está perto do fim. Dou valor ao que fizeram os Artic Monkeys. Se quiseres qualidade máxima aliada á portabilidade compravas a USB com capa, caixa, invólucro, artwork. Foram inteligentes e perceberam o que a modernidade pede.
M – Acham que quando lançarem um álbum, o poderão fazer dessa forma?
O – Temos umas ideias. (risos) Mas o álbum vai estar na net disponível em mp3.
L – Concordo.
O – Agora temos umas ideias para as pessoas comprarem outro tipo de coisa.
M – Ao nível de locais para tocarem… Acham que existem em número e qualidade suficiente?
O – Ui, nem sei que responder. (risos)
M – No Porto por exemplo?
O – Acho que há locais.
L – Ás vezes os aparentemente piores, são os melhores e vice-versa. (risos)
O – Não há é a correcta administração dos locais. Nós tocamos desde Março, a tempo inteiro e já passamos por tudo. Desde armazéns de karaté…
L – Já nem me lembrava… (risos) Um dojo de karaté e nós a tocarmos no tatami!
O - … a segundos andares em moinhos, a bares lindíssimos com candelabros de cristal. Esse fica para a história… (risos)
L – E palcos ao ar livre! Esse então, Évora, para nunca esquecer!
O – Évora foi brutal. No jardim, um palco quase de “queima”, o que é realmente surreal. Vir de lá e tocar tipo num segundo andar dum moinho. Isso é brutal! (risos) Mas, nós tocamos em qualquer lado, tem é de haver vontade não só nossa, como de quem faz as coisas.
M – E voltando á questão em si, há locais suficientes?
O – Eu reitero a minha resposta, acho que há. Não há é uma boa administração dos mesmos.
L – Eu acho que cada vez mais a música é explorada nos espaços, parece tornar-se numa forma comum de atrair clientes. Então parece haver mais oferta, mas é como o Orlando diz, tudo difere da forma como se gerem os recursos.
M – Qual é a vossa opinião em relação ao actual estado do país, no geral?L – (risos)
O – Politicamente não falo. Já há os U2 para banda politica. (risos) Culturalmente, havia pano para mangas (e mangas não o fruto).
L – Enquanto antes tinhas grupos pequenos de interesses, agora tens massas de gente a fazer diversas coisas. Esta geração parece-me muito variada.
O - Musicalmente, o maior problema para mim. Para quê existir 40 festivais de teatro, musica e afins, se temos 10 pessoas em cada? Acho que primeiro é fundamental renovar o interesse das pessoas, e depois dirigi-lo adequadamente até se chegar aos 40 festivais cheios.
M – E os festivais normalmente são para os “grandes”…
O – Óbvio! Nós há pouco tempo tomamos a decisão de não tocar no Porto durante pelo menos dois meses. Tínhamos tocado três vezes num mês. Não faz sentido oferecer a mesma coisa constantemente. Nos festivais é igual, entram sempre os mesmos, provavelmente pela mesma ordem. Sabemos todos como funciona essa árvore.
M – Agora voltando atrás um pouco. Onde vão os Conceito:Pele buscar a inspiração para as vossas músicas?
O – A tudo que me faz sentir bem e falo apenas por mim. Não falo só de sentimentos de amor, mas em tudo que me faz sentir bem. Arte, cinema, relacionamentos, relacionamentos trágicos…
L – Olha, eu mergulho dentro de mim, e sendo eu um reflexo de tudo o que observo, é muito complicado dividir!
M – Bem… Para acabar, qual é a vossa personagem preferida de banda desenhada? (risos)
L – Ohhhhh… Está louco! Isso revela muito da pessoa! (risos)
O – Sinceramente… Hobbes! (risos)
L – Que horror, vou soar àqueles putos! É o Batman e o Spiderman! (risos)
O – O Toni diz Spiderman. Dois para o Spiderman! Um para o Hobbes! Um para o
Batman!
L – Aquela cena de serem eles sem serem realmente. A necessidade de esconderem quem são!
O – Também gosto do Marsupilami! (risos)
M – Estava a ver que ninguém se lembrava do Marsupilami. (risos)
L – Ohhh, vocês é que nunca viram Batman! O gajo é fixe! (risos)
Curiosidades:
M - Porquê o nome Conceito:Pele?
L – A resposta a essa pergunta tens na biografia da banda no Myspace. É a ideia de todo o mundo interior, tudo aquilo que não se vê. O que está por baixo da pele. A pele acaba por ser o reflexo do que és por dentro, a um nível físico, claro, em jeito de analogia. É Mesmo o microcosmo que a pele segura, não é bem segurar, mas não encontro a palavra. Que a pele envolve!
M – Influências musicais e literárias?
L – Vou falar um pouco mais de mim, que dos outros é sempre mais complicado. Jeff Buckley, Pink Floyd, Radiohead, A Perfect Circle, Tool, o folk americano: Antony and The Johnsons, Devendra Banhart, Cocorosie, Ninca Simone. Claramente Ornatos Violeta (mas ás vezes parece “pecado” referi-lo, na medida em que a crítica absorve a ideia de cópia, e não é isso que fazemos, acho-nos bastante diferentes de Ornatos). Tenho aquelas que não dispenso, absorvo música como um louco. Madredeus, Ornatos Violeta, Pluto, Clã. E devo salvar Clã, que é uma banda que eu adoro. Venero o trabalho da Manuela Azevedo. Aquela mulher é um espectáculo! Mais… Claramente Homem Mau, grandes amigos do pessoal, adoro o som deles. Chemical Wire. Enfim, eu sou daqueles que ouve de tudo! A nível literário são, Leão Tolstoi, Fernando Pessoa, Edgar A. Poe, Dostoievski, José Luís Peixoto, Almada Negreiros, Franz Kafka, Mário Sá Carneiro, etc, etcm etc. É sempre difícil este tipo de pergunta…
quarta-feira, 13 de junho de 2007
A Agenda do Marsupilami - Madcab
Ora aí está um concerto a não perder de maneira nenhuma! Madcab ao vivo, no Porto, no próximo sábado á noite! A banda de "Keeping Wounds Open" está por cá, para apresentar o referido álbum de estreia editado este ano. Para além dos Madcab, actuaram ainda os Conceito:Pele. Não percam! Eu vou lá estar...
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